Em 23 de maio de 2007, nove navios de guerra americanos entraram no Golfo Pérsico para realizar exercícios na costa iraniana. A pequena frota consistia de dois porta-aviões nucleares, dois cruzadores com mísseis teleguiados, três veículos de assalto anfíbios, um submarino de ataque rápido e dois destróieres com mísseis teleguiados: o USS OKane DDG 77 e o USS Higgins DDG 76. Ambos pertencem à classe Arleigh-Burke, o mais avançado combatente de superfície pelos mares atualmente, com 141 metros de comprimento e quatro turbinas a gás que giram dois propulsores, sistemas de orientação de mísseis integrados e radar de antena em fase multi-funções. E, caso a marinha americana consiga, eles poderão, em breve, ser ofuscados por uma classe de destróier ainda mais potente, um tipo de embarcação projetada para operações como a conduzida nas águas próximas ao Irã.
![]() Foto cedida por U.S Federal Government O destróier Zumwalt será o navio de guerra mais sofisticado da história naval |
Esse navio será conhecido como o destróier da classe Zumwalt, assim chamado em homenagem ao Almirante Elmo R. "Bud" Zumwalt Jr., Chefe de Operações Navais de 1970 a 1974. Ele será o navio de guerra mais sofisticado na história naval e pode estar navegando junto à frota americana em até cinco anos. Neste artigo, vamos dar uma olhada neste destróier de nova geração (por dentro e por fora) para ver como ele irá apoiar as estratégias militares e de segurança nacional.
tecnologia militar Os couraçados não são os únicos equipamentos que estão tendo sua tecnologia atualizada. As forças armadas americanas estão combatendo em um novo tipo de guerra, pois estão em uma guerra pública e por isso devem ser muito mais precisas durante missões de combate. Por exemplo, os pilotos dos F-18s estão usando cabines digitais para auxiliar no processamento de incríveis quantidades de informação em tempo real. |
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