A primeira usina nuclear brasileira, Angra 1, opera com um reator do tipo PWR (reator a água leve pressurizada), desenvolvido pela empresa americana Westinghouse. Para entender melhor como é obtida a energia nuclear clique aqui.
A potência de Angra 1 é de 657 MW. Desde 1985, quando entrou em operação comercial, Angra 1 gera energia suficiente para suprir uma capital como Vitória ou Florianópolis, com 1 milhão de habitantes.
Angra 2 é fruto de um acordo nuclear Brasil-Alemanha, e sua construção e operação ocorreram conjuntamente à transferência de tecnologia para o país, o que levou também o Brasil a um desenvolvimento tecnológico próprio, do qual resultou o domínio sobre todas as etapas de fabricação do combustível nuclear. Angra 2 opera com um reator alemão Siemens/KWU (atual AREVA NP) e sua potência nominal é de 1350 MW. Sozinha, poderia atender ao consumo de uma região metropolitana do tamanho de Curitiba, com dois milhões de habitantes. Como tem o maior gerador elétrico do hemisfério Sul, Angra 2 contribui – desde 2001 quando entrou em operação comercial – decisivamente para que os reservatórios de água que abastecem as hidrelétricas sejam mantidos em níveis que não comprometam o fornecimento de eletricidade da região economicamente mais importante do país, o Sudeste.
![]() Divulgação: Eletronuclear Esquema de funcionamento das usinas tipo PWR |
Angra 1 -
Segundo o Balanço Anual (2007) da Eletronuclear, publicado no dia 9 de
abril de 2008, no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, o custo
bruto de construção das instalações de Angra 1, atribuído à
Eletronuclear, foi de R$ 1,468 bilhão, realizado até 31 de dezembro de
2007.
Angra 2 - Segundo o Balanço Anual (2007) da
Eletronuclear, publicado no dia 09 de abril de 2008, no Diário Oficial
do Estado do Rio de Janeiro, o custo bruto de construção das
instalações de Angra 2, atribuído à Eletronuclear, foi de R$ 5,108
bilhões, realizado até 31 de dezembro de 2007.