Robôs voadores: Predator

O reconhecimento tem um papel chave no planejamento militar - o zangão ajuda os comandantes militares a ficarem de olho em suas próprias tropas e também vigiarem tropas inimigas que podem estar esperando para emboscar soldados dos EUA.


Foto cedida pela Froça Aérea dos EUA
MQ-1 Predator UAV

Robôs voadores como o Predator oferecem dados em tempo real sobre tropas em movimento, localização de inimigos e sobre o tempo. Em pelo menos um caso, um robô voador fez mais que espionar o inimigo: ele pode ser adaptado com mísseis Hellfire. Quando um desses zangões da Força Aérea viu um canhão contra aeronaves no sul do Iraque em março de 2003, usou um dos Hellfires para detoná-lo [ref (em inglês)].


Foto cedida pela Força Aérea dos EUA
O MQ-1 Predator Hunter/Killer é equipado com dois mísseis Hellfire e um sistema de mira

Para aprender mais sobre o Predator, veja Como funciona o Predator UAV.

Os robôs militares de hoje são limitados na autonomia e no alcance. Eles são essencialmente dependentes dos controladores humanos. A DARPA, Agência de Defesa Avançada dos Projetos de Pesquisa (em inglês), entidade do governo dos EUA que patrocina e desenvolve novas tecnologias para uso militar, organizou recentemente uma grande competição de robôs, amplamente divulgada, para ver até onde a AI iria. Acontece que a AI ainda é bem limitada - nenhum robô completou o curso. Ou seja, embora que as habilidades dos robôs tenham aumentado, parece que no futuro próximo, os robôs ainda vão precisar de controle humano.

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