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| Resgate no fundo do mar |
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Um submarino explode a mil metros abaixo da superfície do oceano (em inglês), confinando a tripulação em um ambiente fechado. Está frio e escuro, e o suprimento de oxigênio está se esgotando. A pressão impede a abertura da escotilha, mas mesmo que ela pudesse ser aberta, a pressão impediria que o corpo humano sobrevivesse, a tamanha profundidade. Só resta esperar ajuda vinda de cima.
![]() Foto cortesia da marinha dos EUA O veículo de resgate submarino LR-5, do Reino Unido, baixado à água pelo guindaste do navio finlandês Fennica, durante a Sorbet Royal 2005 |
Felizmente, esse não é um cenário que aconteça com muita frequência. Missões de resgate em grande profundidade ocorrem raramente, porque desastres com submarinos são incomuns. Apenas alguns países são capazes de resgates profundos. Como resultado, a maior parte das missões é executada por equipes multinacionais.
Inicialmente, a impressão era de que o minissubmarino houvesse sido apanhado em redes de pesca. Mais tarde, foi descoberto que o emaranhado de cabos era parte de um sistema de antenas de vigilância escorado ao piso do mar. Usando o submersível de resgate Scorpio, robotizado, os cabos foram cortados e o Priz foi libertado depois de 72 horas no fundo do mar. Médicos militares trataram os tripulantes, que estavam todos relativamente bem, se considerarmos os perigos que enfrentaram. [fonte: BBC]. |
Neste artigo, estudaremos a histórica dos resgates em grande profundidade e o equipamento especial atualmente em uso e desenvolvimento. Também apresentaremos alguns dos exercícios de treinamento, bem como esforços conduzidos em todo o mundo a fim de evitar desastres com submarinos.