por
Julia Layton - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Introdução
No contexto de qualquer conflito armado, o assunto dos crimes de guerra inevitavelmente surge, especialmente em relatórios de baixas civis e militares e na captura de prisioneiros de guerra. A idéia de um "crime de guerra" parece ser bastante redundante. A maioria de nós está familiarizado com a frase "tudo vale no amor e na guerra". Em um conflito armado, no qual o assassinato das tropas inimigas é considerado um meio justificável para os fins, pode parecer que o conceito de "crime" esteja fora de seu lugar. No entanto, há incontáveis tratados que declaram o contrário, assinados por quase todas as nações do mundo.
 Foto cedida pelo U.S. Department of Defense Polícia de segurança do exército norte-americano praticando abordagem em um prisioneiro
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As leis de Haia e as Convenções de Genebra são alguns dos mais aplicados a esses acordos internacionais. Os tratados englobam, entre outros assuntos, os participantes e as vítimas da guerra, ocupação por forças hostis e o status da propriedade cultural. Na guerra de 2003 no Iraque, as tropas iraquianas acenaram com uma bandeira branca e, então, atiraram contra os soldados norte-americanos que se aproximavam para aceitar sua rendição. Esse ato é proibido pelas leis de Haia. Na Segunda Guerra Mundial, os nazistas na Alemanha realizaram experiências médicas em civis. Esse ato é proibido em todas as Convenções de Genebra.
Nesta artigo, veremos as "regras de guerra" básicas e atos específicos que têm sido designados como crimes de guerra pelas convenções de Genebra e de Haia.
| Mais informações militares Para mais informações sobre as milícias norte-americanas e a Operação Liberdade para o Iraque, acesse o artigo "Tecnologia de guerra" ao terminar de ler este artigo. |