Testes em humanos

A tecnologia do raio de energia não letal foi desenvolvida como uma resposta para a necessidade, levantada pelo Departamento de Defesa dos EUA, de os soldados terem outras opções além do uso da força letal, que é o objetivo para o qual a maioria das armas convencionais é projetada. Essa nova tecnologia foi desenvolvida pelo Laboratório de Pesquisas da Força Aérea e pela Diretoria Conjunta para Armas Não Letais do Departamento de Defesa dos EUA. Já foram gastos mais de dez anos e U$ 40 milhões no desenvolvimento dessa nova tecnologia.

De acordo com uma matéria da Associated Press (em inglês), a tecnologia de negação ativa já foi testada em 72 pessoas na Base Aérea de Brooks, desde 1994. Nesses testes, seres humanos foram expostos ao raio mais de 6.500 vezes por períodos médios menores que 10 segundos e não houve nenhum relato de ferimentos sérios.

Com exceção da sensibilização leve causada à pele pela exposição repetida, não houve efeitos permanentes. Um exame feito na arma determinou que o risco de ser ferido por ela é mínimo; além disso, ela está em conformidade com todos os tratados dos EUA.

Com a revelação da arma de raio de dor, o Pentágono está mirando em uma nova era de equipamentos de guerra. É muito comum que as Forças Armadas dos EUA sejam colocadas em áreas muito instáveis do mundo, onde inimigos e cidadãos inocentes se misturam constantemente. A maneira que o Departamento de Defesa americano encontrou para lidar com esse tipo de situação foi projetar uma arma que repele os ataques de inimigos ao mesmo tempo que diminui o risco de morte de cidadãos inocentes.

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