Roma recebia toda a sua água (de acordo com Encarta, aproximadamente 144 milhões de litros por dia) através de um sistema de aquedutos. Toda a água fluía para a cidade através da gravidade, entretanto, já que ela chegava vindo de colinas próximas, ela podia ser armazenada em grandes cisternas muito similares às atuais torres de água (a maior diferença está no fato de que as cisternas são abastecidas de cima).

A água fluía das cisternas por tubos tanto para casas particulares quanto para pontos de distribuição públicos. As fontes serviam para fins decorativos e funcionais. Desde então, as pessoas podiam levar seus baldes até a fonte para coletar água. As cisternas garantiam a altura necessária para elevar a pressão na água e irrigar a fonte. Como abordado em Como funcionam as torres de água, 30,5 cm de altura geram 200 gramas de pressão d´água por polegada quadrada (psi), assim a cisterna não precisa estar em um lugar muito alto para gerar pressão suficiente e dar um aspecto razoável à fonte.

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