O radiômetro de Crookes tem quatro hélices suspensas dentro de um bulbo de vidro. Dentro do bulbo, há um bom vácuo. Quando você joga uma luz nas hélices dentro do radiômetro, elas giram. Com a luz solar brilhante elas giram a milhares de rotações por minuto.
O vácuo é importante para o bom funcionamento do radiômetro. Se não houver vácuo (ou seja, se o bulbo estiver cheio de ar), as hélices não giram porque há muito o que arrastar. Se houver um vácuo quase perfeito, as hélices não giram, a menos que estejam colocadas de uma maneira em que não haja fricção. Se as hélices tiverem um suporte sem fricção e o vácuo for completo, então os fótons que saem do lado prateado das hélices empurram as hélices fazendo com que elas girem. No entanto, essa força é extremamente pequena.
Se houver um bom vácuo, porém incompleto, então um efeito diferente chamado transpiração térmica ocorre nas extremidades das hélices, como descrito nesta página. O efeito acontece como se a luz estivesse indo contra as faces escuras. O lado escuro das hélices foge da luz.
Mais links interessantes (em inglês)
- Como funciona um moinho de luz?
- Museu de Ciências: Radiômetro de Crookes
- O Radiômetro
- Conceitos básicos do vácuo





