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| Projeto Manhattan | ||
Galeria de imagens de bombas nucleares (em inglês)
![]() Joe Raedle/Getty Images Esta fotografia mostra o primeiro teste da bomba atômica, em 16 de julho de 1945, às 5h30min, em uma posição de teste conhecida como Trinity, no Novo México |
Projeto Manhattan é o codinome do plano secreto dos Estados Unidos para desenvolver bombas atômicas para uso bélico e representa a designação mais ampla para as pessoas, locais e recursos envolvidos na pesquisa atômica durante a Segunda Guerra Mundial. Muitas dessas pessoas estavam divididas quanto à decisão de usar a bomba contra o Japão, entre elas alguns dos responsáveis diretos pela construção da arma. Alguns dizem que o projeto reduziu o número de mortes do conflito e pôs fim à Segunda Guerra Mundial, no entanto, outros argumentam que os japoneses teriam se rendido de qualquer maneira.
Como o trabalho foi realizado? Quem esteve envolvido? Por que a empreitada ganhou o nome de Projeto Manhattan? Neste artigo, examinaremos mais atentamente o Projeto Manhattan e a forma pela qual cientistas e militares conseguiram criar a mais poderosa exibição de energia que a Terra já testemunhou.
Muita gente acredita que as autoridades deram esse nome ao Projeto Manhattan para confundir os serviços estrangeiros de inteligência. O Projeto Manhattan seria um nome aleatório adotado apenas para distrair os espiões comunistas? Na verdade, pelo menos 10 locais relacionados aos esforços de desenvolvimento da bomba atômica ficavam em Manhattan, um dos cinco distritos em que se divide a cidade de Nova York (em inglês). O Corpo de Engenharia do Exército, por meio de seu escritório localizado no número 270 da Broadway, recebeu a ordem de construir uma bomba nuclear e, inicialmente, a sede do projeto ficava nesse edifício. Quando as autoridades decidiram ampliar as fronteiras do projeto a fim de garantir a segurança, o Corpo ainda assim ficou encarregado de construir instalações no Novo México, Tennessee e Estado de Washington, operando de sua sede em Manhattan. Diversos outros locais da cidade de Nova York, entre os quais a Universidade Columbia, operaram como centrais secretas de pesquisa ou postos de armazenagem de urânio [fonte: New York Times (em inglês)]. |