Predator utilitário

A eficiência do MQ-1 no campo de batalha foi testada em vários conflitos recentes, incluindo os do Afeganistão, Bósnia, Kosovo, Iraque e Iêmen.

Os Predators voaram em combate, juntamente com aviões de guerra tripulados, forneceram suporte aéreo às forças terrestres e atacaram áreas em que as defesas aéreas dos inimigos não foram totalmente dominadas. Eles também podem ser usados em áreas que são tradicionalmente muito perigosas para enviar aeronaves tripuladas, como ambientes de oceano aberto ou ambientes biológica ou quimicamente contaminados. E mesmo carregado com o MTS, o Predator MQ-1 é capaz de reconhecimento eficiente do campo de batalha.


Foto cedida pela Força Aérea Americana

Talvez o uso mais infame de combate do Predator esteja em assassinatos aéreos furtivos. Em 7 de fevereiro de 2002, a CIA (em inglês) usou um Predator armado para atacar e destruir um comboio que supostamente transportava terroristas da al Qaeda. Em 3 de novembro de 2002, a CIA usou um Predator para lançar um míssel Hellfire em um carro no Iêmen, matando Qaed Senyan al-Harthi, o líder da al-Qaeda, dito responsável pelo bombardeio do USS Cole. Embora essa aplicação do Predator seja rara, nenhuma dessas missões teria sido possível usando métodos convencionais, sem arriscar as vidas das tropas norte-amaricanas.