por
Robert Valdes - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Em batalha
A coisa melhor em ter um avião robótico em uma batalha é fazê-lo lutar por você. É aí que entra o
Predator UAV MQ-1 Hunter/Killer. A substituição do conjunto da câmera com o
Multispectral Targeting System (MTS, Sistema de direcionamento multispectral) e o carregamento do Predator com dois mísseis Hellfire transforma esse visualizador de campo de batalha em um combatente automatizado mortal. O "M" no MQ-1 é a designação do Departamento de Defesa para
aeronave de aplicação múltipla; ao adicionar os mísseis MTS e Hellfire ao Predator, ele se torna, verdadeiramente, uma aeronave de batalha multifuncional.
 Foto cedida pela Força Aérea Americana O MQ-1 Hunter/Killer cumpre ordens
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O MTS inclui o sistema de direcionamento do míssel Hellfire AGM-114, sistema infra-vermelho eletro-óptico, designador à laser e iluminador à laser. Todos esses componentes fornecem ao Predator e aos seus operadores várias maneiras de acertar um alvo em qualquer ambiente de combate. O Predator dispara um feixe de laser ou infra-vermelho do MTS, localizada próximo ao nariz do avião. Esse laser pode ser usado de duas maneiras:
- o feixe atinge o alvo e pulsa para atrair o rastreador de laser na ponta de cada míssel Hellfire;
- o computador de bordo usa o feixe para fazer cálculos sobre trajetória e distância.
Os sensores no MTS também calculam a velocidade e a direção do vento e outras variáveis do campo de batalha, para unir tudo em uma solução de disparo. Esse processo é conhecido como "pintando o alvo". Depois de um alvo ter sido pintado, o MQ-1 pode disparar seus próprios mísseis para destruir o alvo ou enviar solução de disparo para outra aeronave ou forças terrestres para que possam destruí-las.
 Foto cedida pela Força Aérea Americana Um Predator MQ-1 aterrisa, depois de ter disparado um de seus mísseis Hellfire
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