Os dinossauros que apresentam esqueletos fossilizados quase completos nos oferecem pistas sobre o que eram em vida. Podemos fazer uma boa idéia sobre o tamanho, peso e aparência que tinham. A estrutura celular dos ossos de dinossauros fossilizados nos informa sobre sua biologia. Com isso temos informações sobre seu ritmo de crescimento e em certos casos podemos determinar se eram animais de sangue quente ou frio. Os ossos fossilizados ocasionalmente deixam indícios de doenças ósseas e marcas de dentes de predadores. O tecido muscular quase nunca é preservado (só foram descobertas duas boas "múmias de dinossauro", com as partes macias intactas). Mas ainda assim podemos dizer como os dinossauros se moviam, com base em traços de ligamentos e cicatrizes musculares nos ossos.

Os dentes dos dinossauros podem nos informar sobre o tipo de alimentos que eles preferiam. Ocasionalmente, o conteúdo efetivo do estômago é preservado, de modo que cientistas podem estudar o que o dinossauro comeu em sua última refeição. As "pedras de estômago lisas" com as quais alguns dinossauros trituravam sua comida são ocasionalmente preservadas, e até mesmo excrementos fossilizados de dinossauros, conhecidos como coprólitos, foram encontrados. Tudo isso nos oferece mais informação sobre a dieta dos dinossauros.
Impressões fossilizadas de pele podem ser vistas em esqueletos bem preservados. As primeiras rochas arenosas de grãos finos do Parque Provincial do Dinossauro, em Alberta, Canadá, preservaram impressões de dinossauros com bicos de pata e dotados de chifres. Elas oferecem uma impressão da aparência que a pele do animal devia ter. Não foram encontrados dinossauros com traços de penas, de modo que não existem provas de que algum dinossauro pudesse ter penas.