Introdução a Como funcionam os fósseis de dinossauros


Fósseis de dinossauros

Nosso conhecimento dos dinossauros deriva daquilo que eles deixaram na terra como fósseis. Mas poucos materiais provenientes de dinossauros foram fossilizados pela natureza (e a natureza mesma em muitos casos se torna a inimiga dos fósseis). O vento e o clima podem danificar frágeis fósseis, mas a erosão também os expõem a colecionadores e paleontologistas.


Apatosaurus skull
Museu Americano de História Natural
Crânio de apatossauro

Os cientistas estudam esqueletos de dinossauros para aprender sobre o comportamento e aparência dos animais. O crânio é especialmente importante. Os dentes de um dinossauro podem nos informar se ele era um animal primitivo ou avançado, se comia plantas ou carne, e até se ele comia plantas macias ou duras. O crânio também informa se seu cérebro era grande ou pequeno, e se sua vista, audição e faro eram bons ou fracos. A forma do crânio de um dinossauro também nos diz a que outros dinossauros ele era aparentado e onde ele se enquadra na árvore genealógica da espécie.

Ainda que o crânio seja importante, os paleontologistas podem revelar muito sobre um esqueleto de dinossauro que não tenha cabeça. Muitos esqueletos são localizados sem crânios e existem também outras pistas que os dinossauros deixaram, todas as quais fornecem informações sobre seu estilo de vida e seus hábitos. Os cientistas descobriram trilhas (pegadas fossilizadas) de dinossauros, ninhos e ovos. Mas mesmo com essa informação, há muita coisa que não se poderá saber. O histórico fóssil é incompleto e pode ser enganoso. Os paleontologistas continuam suas buscas, na esperança de revelar outras pistas que lhes ofereçam mais informações sobre os dinossauros.