Os cientistas continuam a expandir seus conhecimentos até mesmo quanto a nebulosas muito estudadas. A maioria desses avanços se deve a melhoras nos telescópios e outras tecnologias de observação. O Telescópio Hubble revelou muito sobre as nebulosas. Em 2005, o telescópio espacial capturou a visão mais detalhada já obtida sobre a nebulosa do Caranguejo, em uma das maiores imagens já montadas pelo observatório. E, em 2006, o Telescópio Spitzer (lançado em 2003 como Telescópio Espacial Infravermelho) recolheu dados nunca obtidos sobre a nebulosa de Orion.
O olho infravermelho do Spitzer localizou cerca de 2,3 mil discos de material de formação de planetas que eram pequenos demais ou estavam distantes demais para que os telescópios mais tradicionais, que observam Orion na banda de luz visível, pudessem avistá-los. O Spitzer também revelou cerca de 200 estrelas bebês que ainda não desenvolveram discos planetários [fonte: Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa - em inglês].
São essas as maravilhas que sondas espaciais como a Pioneer 10 podem localizar em sua jornada através da galáxia. Os exploradores do espaço, porém, podem não desfrutar de um vislumbre em primeira mão das nebulosas. Orion, a fábrica de estrelas mais próxima do nosso planeta, fica a cerca de 1.450 anos-luz da Terra.
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