![]() Os primeiros protótipos do CPS eram difíceis de recarregar em situações tensas de combate |
A Dra. Blanchard, quando se dirigiu a um subcomitê do congresso em dezembro, de 2003, afirmou: "a idéia era economizar dinheiro com a reutilização. O CPS é o aperfeiçoamento dessa idéia. Eles não querem que mudemos a atiradeira, apenas o que é colocado dentro dela".
A água seria depositada em um tanque acoplado no rifle. O carbono 2 é armazenado em um recipiente separado. Quando o gatilho é puxado, a água é pressurizada e misturada com o carbono 2 na câmara do rifle. Agitadores minúsculos, chamados tumblers, giram dentro da câmara, aumentando ainda mais a pressão da água carbonada. Quando o soldado solta o gatilho, um coice retrocede, liberando a água altamente pressurizada. Como depois de agitar uma lata de refrigerante, o líquido explode, saindo da câmara. À medida que é liberada, a água forma espirais na direção do alvo graças às ranhuras minúsculas entalhadas dentro do cano estriado. Esse espiralamento aumenta a precisão e a concentração do fluxo de água assim que ela sai do cano, além de servir para agitar ainda mais a água carbonada. Em termos de capacidades, as armas com CPS correspondem quase da mesma forma às armas convencionais. A tabela abaixo lista os protótipos bem-sucedidos e suas classificações no campo de batalha.
| Alcance | Precisão | Portabilidade | Dano | |
| Excelente | ||||
| Alcance | Precisão | Portabilidade | Dano | |
| Fraco | ||||
| Alcance | Precisão | Portabilidade | Dano | |
| Excelente | ||||
| Alcance | Precisão | Portabilidade | Dano | |
| Fraco | ||||
| Alcance | Precisão | Portabilidade | Dano | |
| Satisfatório | ||||