Os componentes

Como vimos na última seção, a idéia central do sistema do Sidewinder é mirar no calor, ou energia infravermelha, de uma aeronave inimiga (da exaustão do motor ou da própria fuselagem quente). Eventualmente, o trabalho do míssil é manter o vôo em direção da energia infravermelha até atingir o alvo. Então o míssil explode, destruindo a aeronave inimiga.


Foto cedida Departamento de Defesa Norte-Americano
Um F/A-18 disparando um Sidewinder

Para fazer tudo isso, o Sidewinder precisa de nove componentes principais.

  • O motor de foguete - fornece a propulsão para impulsionar o míssil pelo ar.

  • As asas traseiras de estabilização - fornecem a elevação necessária para manter o míssil no alto.

  • O localizador - "vê" a luz infravermelha do alvo.

  • Os controles eletrônicos de orientação - que processam as informações do localizador e calculam o curso da propulsão para o míssil.

  • A seção de atuação do controle - ajusta os lemes de vôo perto do nariz do míssil baseada nas instruções dos equipamentos eletrônicos de orientação.

  • Os próprios lemes de vôo - dirigem o míssil pelo ar. Exatamente como os flaps na asa de um avião, o movimento dos lemes de vôo geram arrasto (aumento da resistência do vento) de um lado do míssil, que o faz virar para uma determinada direção.

  • A ogiva - dispositivo explosivo que realmente destrói o avião inimigo.

  • Um sistema de fusível - que ajusta a ogiva quando o míssil atinge o alvo.

  • Uma bateria - para dar potência para os equipamentos eletrônicos a bordo.


Foto cedida Departamento de Defesa Norte-Americano