Minas antitanque

Autor: 
Kevin Bonsor

Quando se trata de desenvolver novas armas militares, os países tentam acompanhar o desenvolvimento de outros países. Os tanques usados durante a Primeira Guerra Mundial levaram ao desenvolvimento das minas antitanque, e as minas antipessoais, foram desenvolvidas para impedir exércitos inimigos de usarem minas antitanques.


Imagem cedida pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos
Um detalhe de uma mina M15 antitanque

Minas antitanques são muito parecidas com as antipessoais, mas muito maiores. Essas minas são acionadas por pressão, mas são normalmente projetadas para não serem detonadas com uma pessoa pisando em cima. A maioria das minas antitanque necessitam de uma pressão entre 158 kg a 338 kg para serem detonadas. A maioria dos tanques e outros veículos militares exercem esse tipo de pressão. Vamos dar uma olhada mais de perto em uma dessas minas antitanque.

Mina explosiva M15 acionada por pressão
Todas as minas antitanque são minas explosivas porque a finalidade é destruir as esteiras dos tanques e o máximo possível de sua estrutura. Não há necessidade de mina antitanque bounding ou de fragmentação. A M15 é uma mina circular antitanque de aço, que contém uma carga principal de TNT. Ela tem um diâmetro de 337 mm e uma altura 125 mm. O componente principal da M15 é o explosivo de Composição B de 10,35kg. Composição B é uma mistura de TNT e ciclotrimetileno e trinitramina (RDX).


Fonte: Departamento de Defesa dos Estados Unidos

A M15 é armada girando-se o interruptor, de modo que fique no alto da cabeça do estopim. O estopim cilíndrico é feito de ferro e preso ao prato de pressão por uma cobertura de cobre. Quando um tanque passa sobre a mina, ele empurra o prato de pressão para baixo. Embaixo do prato de pressão, há uma mola Belleville com um pino de disparo fixado no seu lado inferior. O pino de disparo move-se para baixo dentro do detonador, que detona a carga inicial M120 embaixo do estopim, que então detona a carga principal.