A primeira coisa que você observará quando olhar para a superfície lunar são as áreas escuras e as claras. As áreas escuras são as áreas baixas ou planícies e são chamadas de mare ou maria. Essas áreas abrangem somente 15% da superfície lunar. A seguir você confere as mais conhecidas.

O restante da superfície lunar consiste nas áreas elevadas, ou terrae. As áreas elevadas são regiões rugosas, montanhosas, cheias de crateras. Os astronautas da Apollo observaram que essas áreas estão, geralmente, cerca de 4 a 5 km acima da elevação média da superfície lunar, ao passo que as áreas baixas são planícies com cerca de 2 a 3 km abaixo da elevação média. Esses resultados foram confirmados na década de 90, quando a sonda Clementine, que orbitava a Lua, mapeou extensivamente a superfície lunar.
A Lua é cheia de crateras, formadas quando os meteoros atingem sua superfície. Elas podem ter picos centrais e paredões em declives e o material do impacto (ejecta) pode ser lançado da cratera, formando raios que dela emanam. As crateras têm muitos tamanhos e as áreas elevadas têm mais crateras que áreas baixas.
Outro tipo de estrutura de impacto é a bacia com múltiplos anéis. Essas estruturas foram causadas por impactos consideráveis que enviaram ondas de choque para fora e elevaram cordilheiras. A Bacia Oriental é um exemplo de uma bacia com múltiplos anéis.
Além das crateras, os geólogos observaram a presença de vulcões em formato de cones cineríticos, canais (depressões provavelmente resultantes de lava), tubos de lava e antigos fluxos de lava, que indicam que a Lua esteve vulcanicamente ativa em um determinado momento.
A Lua não tem solo verdadeiro, devido ao fato de não haver matéria viva nela. Em vez disso, o "solo" é chamado de regolito. Os astronautas observaram que o regolito era um pó fino de fragmentos de rocha e partículas de rochas magmáticas vulcânicas entremeadas com rochas maiores.
Mediante o exame das rochas trazidas para a terra da superfície lunar, os geólogos descobriram algumas características.
Os astronautas colocaram outros conjuntos de ferramentas científicas na Lua, de modo a coletar dados.
Vamos dar uma olhada no que todas essas informações nos dizem a respeito da formação da Lua.