LGFs: o futuro


Foto cedida pelo Departamento de Defesa / Centro de Informação Visual de Defesa
Uma granada é inserida no bocal de um lança granadas-foguete LGF-7 soviético
Embora tenham se passado quarenta anos desde a introdução do LGF, em 1961, o lança granadas-foguete permanece uma das armas mais comuns e eficazes de infantaria em uso atualmente. Simples e perfeitos para derrubar helicópteros, inutilizar tanques ou atacar prédios à queima roupa, nas mãos de um operador habilidoso, o LGF é uma arma letal e versátil que permanecerá popular por mais algum tempo.

Apesar disso, há sempre lugar para modificações. As armas leves com maior alcance e capacidade destrutiva estão sempre sendo desenvolvidas e ainda há a possibilidade de sistemas de lanças granadas-foguete automáticos ou semi-automáticos.

A precisão dos lanças granadas-foguete é uma outra área onde as melhorias podem ser feitas. Sistemas de guia a laser, embora caros, aumentam muito a precisão. Um laser codificado pode ser treinado no alvo, fornecendo informações referentes ao foguete, permitindo fazer correções apropriadas no vôo para sua trajetória. Outros sistemas, talvez utilizando tecnologia de satélite GPS podiam ser incorporados às futuras versões do arsenal de LGF.

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