Construções, veículos com pouca ou nenhuma blindagem e, claro, seres humanos são todos vulneráveis ao disparo do LGF. Em geral, os fragmentos da explosão das granadas podem causar consideráveis danos a tropas, e este princípio foi usado com eficácia contra as trincheiras de Mujahideen, nas montanhas. Um lança granadas-foguete seria disparado por cima e por trás, onde as tropas se esconderam.
![]() Foto cedida Departamento de Defesa / Centro de Informação Visual de Defesa Capitão Jose R. Atencia, 77ª Unidade de Artilharia Explosiva, pega foguetes Antitanque iraquianos LGF-7 abandonados em campo depois da Operação Tempestade no Deserto |
Claro que os lança-granadas-foguetes são mais eficientes quando detonados em pequenos grupos. Dois ou três tiros disparados diretamente em um veículo aumentam as chances de destruí-lo e pode, inclusive,destruir um tanque blindado. Um primeiro tiro prejudica a visão do motorista e mais tiros chegam à blindagem, se concentrando em um ponto específico.
Helicópteros também são facilmente emboscados quando aterrissam ou pairam. Os lanças granadas-foguete derrubaram dois helicópteros falcões negros dos Estados Unidos em Mogadishu, Somália.
![]() Foto cedida pelo Departamento de Defesa / Centro de Informação Visual de Defesa Sargento James Bradsher demonstra o uso de um lança granadas-foguete LGF-7 portátil durante o exercício dos Escorpiões Volantes |
Dada a eficácia do bom uso dos LGFs, quais são as estratégias de defesa? Quando se trata de evitar perda de veículos por um lança granadas-foguete, uma tática adotada por exércitos menos equipados é enviar uma infantaria separada. Os exércitos com mais recursos podem usar bombas ou lança-chamas para varrer áreas em que LGFs podem estar localizados.
Uma outra tática óbvia adotada pelos russos quando estavam lutando contra Mujahideen, entre 1979 e 1989, foi permanecer no mínimo a 300 metros de distância do inimigo, fora do alcance do LGF-7 e AK-47 Kalashinivov.