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| homem das cavernas |
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O estereótipo do homem das cavernas é o de uma figura brutal, grosseira, fisicamente forte, mas pouco inteligente. Cabeludos e carrancudos, comunicando-se através de gestos e grunhidos rudes, os habitantes das cavernas normalmente são vistos em filmes e programas de TV, que não se preocupam muito com a exatidão antropológica.
Quem eram os verdadeiros habitantes das cavernas? Os homens das cavernas realmente existiram, embora não nos moldes de Hollywood (em inglês). Os homens primitivos e espécies semelhantes ao ser humano usavam as cavernas como abrigo e o pouco que sabemos sobre eles é resultado do que deixaram marcado nos próprios lugares onde viveram.
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Cientistas descobriram que nossos ancestrais pré-históricos começaram a usar o fogo para produzir ferramentas há pelo menos 72.000 anos - uma diferença de mais de 45.000 anos em relação à antiga teoria. ![]() |
Mas as moradias em cavernas não se limitaram às espécies primitivas - algumas cavernas foram ocupadas por milhares de anos, mesmo nos tempos modernos. Algumas pessoas, ainda hoje, preferem viver em casas construídas em cavernas, pois são eficientes, resistentes e ecologicamente corretas.
Como seria viver em uma caverna? Por que alguém moraria em uma e o que os arqueólogos encontraram preservado dentro delas? Vamos explorar as vantagens e desvantagens da vida na caverna e visitar as moradias nas cavernas mais famosas do mundo.
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Alexander "Sawney" Bean, supostamente, foi um canibal que viveu em uma caverna na Escócia, no século 17. Ele não cometeu atos sanguinários sozinho - sua esposa, além de 45 filhos e netos (a maioria fruto de incesto) também habitaram uma caverna isolada por 25 anos. Eles atacavam, matavam e comiam viajantes solitários. A perversidade chegou ao fim quando o rei da Escócia enviou um grupo de homens armados à caverna para capturar a família Bean, que foi executada [fonte: BBC (em inglês)]. Bem provável que essa fantástica história seja um mito, já que existem poucos relatos nas publicações locais. Não foi encontrado nenhum registro oficial que confirme a existência dessa família e a natureza aterrorizante do caso (sem falar do envolvimento direto do rei), certamente, teria deixado mais evidências concretas. |