Introdução


­granadas

Armas com lugar garantido nas operações militares, as granadas foram criadas por volta do ano 1000 a.C. pelos chineses - uma das aplicações de sua revolucionária tecnologia da pólvora. Os europeus criaram suas próprias versões nos séculos 15 e 16, com resultados variáveis.

O desenho típico dessas granadas primitivas consistia de um recipiente metálico oco preenchido com pólvora. Os soldados simplesmente acendiam um pavio e arremessavam a granada, tão rápido quanto possível. No século 18, essas armas tinham caído em descrédito: não eram especialmente úteis para as batalhas da época e seu desenho simples as tornava extremamente perigosas.


Foto cedida Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, fotógrafo Lain A. Schnaible
Fuzileiro norte-americano arremessa granada durante exercícios de treinamento

A arma ressurgiu no século 20, com o desenvolvimento de novos modos de combate. Nas operações de trincheira da Primeira Guerra Mundial, os soldados podiam usar as granadas para eliminar ninhos de metralhadoras sem se revelar ao inimigo. Graças aos sistemas de ignição mecânicos, que tornaram as armas relativamente práticas e seguras, as granadas ocuparam seu lugar como um elemento indispensável nas operações militares modernas.

Neste artigo, vamos dar uma olhada no interior de granadas para descobrir o que as detona e ver o que acontece quando elas explodem. Também vamos dar uma olhada naqueles elementos de valor inestimável que impedem que tudo vá pelos ares cedo demais.