É fácil pensar sobre extinções em massa como eventos que, repentinamente, destroem muito da vida na Terra. Na realidade, a maior parte das extinções em massa acontecem ao longo de milhões de anos. Muitas plantas, animais e organismos microscópicos morrem gradualmente como resultado do estresse massivo no ecossistema. Isso eventualmente leva à extinção de muitas formas de vida.

Quando estudam essas extinções, os pesquisadores observam todas as formas de vida em grupos, usando classificações científicas. Essas classificações organizam as formas de vida de acordo com características que elas têm em comum. Do maior para o menor, esses grupos são domínio, reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. Os pesquisadores normalmente examinam como as extinções em massa afetaram as famílias e o gênero para determinar a extensão da extinção.
Pesquisadores discordam sobre exatamente quantas extinções em massa atingiram o planeta. No entanto, a maioria concorda que houve cinco extinções em massa principais.
Em cada uma dessas extinções em massa, algum tipo de evento causou extremo estresse nos ecossistemas do mundo. Grandes grupos de animais morreram criando espaço para novas vidas. Após cada extinção em massa, novas espécies surgiram. Os sobreviventes da extinção tiveram sucesso, tirando vantagem dos novos espaços e recursos disponíveis. É por causa dessas extinções que a vida na Terra é como vemos hoje.
Entretanto, a Terra não vai se mostrar assim por muito tempo. A seguir, vamos ver como as extinções estão afetando o mundo de hoje e se os humanos podem ser a causa da sexta maior extinção em massa.
As extinções em massa marcam divisões importantes na escala do tempo geológico, que é a história da Terra como registrada nas camadas de pedras que formam a sua crosta. Geologistas e paleontologistas usam essa escala para estudar tudo, das formações rochosas aos fósseis. |