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| extinção | ||
Se você pensa nos papagaios como pássaros que vivem em exuberantes florestas tropicais, pode ficar surpreso ao descobrir que os Estados Unidos tinham seu próprio papagaio nativo.
O periquito da Carolina viveu no sudeste americano até o começo do século 20. Esses pássaros vivamente coloridos e barulhentos eram uma perturbação. Eles se alimentavam de frutas, vegetais e grãos, e viajavam em bandos grandes e barulhentos, destruindo plantações. Isso fez deles o alvo favorito de caçadores que queriam proteger as plantações e vender as penas brilhantes dos pássaros.
Se você quiser ver um periquito da Carolina hoje, precisa procurar em ilustrações ou em museus, onde há espécimes empalhadas em exposição - eles desapareceram completamente devido à caça e à destruição do habitat, e foram declarados extintos em 1939.
Centenas de anos se passaram entre a chegada de colonizadores europeus na costa da América do Norte e a extinção do periquito da Carolina. Mas nem todas as extinções modernas foram tão lentas. Os exploradores árticos foram os primeiros a mencionar o dugongo-de-steller, que tinha a aparência de uma enorme vaca-marinha, em 1741. Por volta de 1768, menos de 30 anos depois, a caça excessiva levou à extinção desse mamífero.

Essas são apenas duas das formas de vida que desapareceram desde que a espécie humana começou a fazer registros, mas pesquisas atuais sugerem que essas extinções podem ser parte de uma tendência maior - uma extinção em massa causada pelo homem que poderia competir com eventos pré-históricos que destruíram a maior parte da vida na Terra. A mais famosa delas foi a extinção em massa que matou os dinossauros.
Grandes ou pequenas, as extinções mudam o mundo. E enquanto as extinções consistem em mudança, o estudo da extinção consiste em incertezas. Qualquer ser vivo pode se tornar extinto, mas como os cientistas sabem quando isso acontece? Como é possível calcular o quão rapidamente as espécies estão desaparecendo, quando ninguém sabe, primeiramente, quantas espécies realmente vivem na Terra?
Este artigo vai aprofundar a pesquisa sobre o que acontece quando espécies desaparecem, dos dinossauros aos dodôs, e explorar a questão sobre como novas vidas podem surgir depois de uma grande extinção.
De todas as espécies do mundo ameaçadas de extinção, os anfíbios são os animais para quem o risco é mais iminente. |