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Marshall Brain - traduzido por HowStuffWorks Brasil
O grupo de apoio em ação
Quando um grupo de apoio chega ao seu destino, as embarcações se posicionam e começam as operações. No geral, há aproximadamente 80 aeronaves disponíveis e até 8 mil homens e mulheres trabalhando em dois objetivos:
- realizar a missão designada
- defender o grupo de apoio contra qualquer tipo de ataque inimigo
A operação de defesa ocorre em tempo integral, com os grupos atentos constantemente contra ataques vindos do ar e do mar.
Para realizar a missão, a frota aérea, normalmente transportada por um porta-aviões, consiste em 9 esquadrões, com um total de 70 a 80 aeronaves. Entre elas, as mais notáveis são:
- F/A-18 Hornet - jato de combate de assento único, projetado para atacar aeronaves inimigas e alvos no solo.
 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual F/A-18 Hornet
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- F-14 Tomcat - jato de combate de dois assentos, otimizado para ter superioridade aérea (o esquadrão de F-14 de um porta-aviões é uma arma crucial para a proteção do grupo).
 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual F-14 Tomcat preparando-se para reabastecer
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 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual Equipe da pista de pouso e decolagem do USS Kitty Hawk se prepara para o lançamento de um F-14 Tomcat
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- E-2C Hawkeye - aeronave de alerta e sistema de controle tático (o sistema de radar avançado desta aeronave deixa que todo o esquadrão fique atualizado sobre as atividades inimigas).
 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual C-2 Greyhound sendo lançado do USS Kitty Hawk
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- S-3B Viking - jato com velocidade inferior à do som, usado principalmente para abater submarinos inimigos.
 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual S-3B Viking estacionado a bordo do USS Kitty Hawk
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- EA-6B Prowler - avião de combate eletrônico. Sua missão é atrapalhar o funcionamento do radar inimigo e interceptar qualquer tipo de comunicação.
 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual EA-6B Prowler a bordo do porta-aviões USS John F. Kennedy
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- SH-60 Seahawk - helicóptero bimotor usado principalmente para atacar submarinos inimigos e em operações de busca e resgate.
 Foto cedida pelo Departamento de Defesa - Centro de Informações de Defesa Visual SH-60B Seahawk no grupo de apoio do USS Saratoga
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Para fornecer uma visão defensiva da área, os destróieres têm potentes
sistemas de radar que varrem os céus em busca de aeronaves entrando em seu campo de alcance. Já o E-2C Hawkeye, lançado do porta-aviões, sobrevoa a área e usa seu radar para varrer a área abaixo dele, possibilitando avistar aviões a baixas altitudes e navios se aproximando além do horizonte. E finalmente, os destróieres e as fragatas usam sonares e sensores magnéticos para procurar submarinos se aproximando. O objetivo do uso de todos esses sistemas de vigilância é criar uma área de proteção ao redor do porta-aviões, impedindo que qualquer coisa se aproxime sem aprovação.
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