As espingardas automáticas e semi-automáticas estão um paso à frente do sistema deslizante, usando mecanismos semelhantes àqueles empregados pelas metralhadoras. À medida que os projetos se tornam mais complexos e mais partes móveis passam a existir, as chances de erro do manipulador, falha do disparo e obstrução aumentam significativamente. As armas automáticas são consideradas menos confiáveis que as com sistema ferrolho ou deslizante.
Clique no gatilho e o mantenha pressionado para ver como dispara uma arma automática. Observe que a arma da ilustração é uma metralhadora totalmente automática e aparece somente como referência quanto ao seu sistema de carregamento. Para simplificar, esta animação não mostra os mecanismos de carregamento, extração e ejeção de cartuchos.
As armas automáticas usam a força natural gerada pelo recuo no processo de disparo para ejetar o cartucho descarregado, obter um novo e posicioná-lo na câmara. Neste caso, a explosão do cartucho força tanto o cano quanto o ferrolho moverem-se alguns centímetros para trás. Isso faz com que seja ejetado o cartucho. O cano e o ferrolho acionam as molas que os fazem voltar para frente e enquanto isso o ferrolho posiciona o novo cartucho. Eles retornam ao seu lugar e estão prontos para disparar novamente. Há também sistemas de recuo curto com funcionamento semelhante; porém, com uma separação maior entre o movimento do cano e do ferrolho.
Clique no gatilho e o mantenha pressionado para ver como atira uma arma automática. Observe que a arma da ilustração é uma metralhadora totalmente automática e aparece somente como referência quanto ao seu sistema de carregamento. Para simplificar, esta animação não mostra os mecanismos de carregamento, extração e ejeção de cartuchos.
A variedade de sistemas automáticos a gás funcionam como armas de assalto.
Para citar corretamente este artigo do HowStuffWorks por favor copie e cole o texto abaixo:
Dave Coustan. "HowStuffWorks - Como funcionam as espingardas". Publicado em 19 de maio de 2005 (atualizado em 23 de junho de 2008) http://ciencia.hsw.uol.com.br/espingardas6.htm (25 de novembro de 2009)