![]() The Boeing Company (em inglês) |
Comparado ao primeiro estágio, o segundo é como uma bailarina sentada nos ombros de um rapaz. Pode não ter a energia imponente dos três motores de impulso, mas tem a força, o equilíbrio e a precisão para lidar com a tarefa delicada de colocar um satélite em uma órbita sustentável e correta. Quando os componentes do primeiro estágio já se soltaram, o segundo estágio aciona seu motor e ejeta a carenagem de proteção. Em seguida acontece o corte do motor do segundo estágio (SECO)-1, no qual o motor RL10B-2 é desligado e o segundo estágio manobra usando somente seus propulsores. A orientação do segundo estágio é fornecida por equipamentos de aviônica e sistemas de controle de altitude. O Sistema Redundante de Controle de Vôo Inercial auxilia na inserção das cargas úteis na órbita correta.
Em seu primeiro vôo no dia 21 de dezembro de 2004, o Delta IV Heavy levava três satélites, o DemoSat primário e dois auxiliares, construídos por estudantes, e juntos conhecidos como NanoSat-2. Durante o período em que o motor estava desligado no primeiro vôo, os satélites NanoSat-2 foram ativados e liberados.
O motor então ligou e desligou mais duas vezes (SECO-2, SECO-3) após o lançamento do NanoSat-2. Foi isto que permitiu que o segundo estágio conservasse energia.
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Como o Delta IV Heavy é muito eficiente, ele possui o combustível necessário para se posicionar em praticamente qualquer altitude e órbita. Além disso, como os motores do segundo estágio cuidam da maior parte do posicionamento e são capazes de colocar suas cargas em órbita com bastante precisão, os satélites gastam muito menos energia e podem usar o combustível excedente para manterem suas próprias funções por mais tempo. Quando o segundo estágio atingiu a órbita desejada, o satélite DemoSat, então capaz de manter sua própria órbita, foi ativado e lançado.