Onde a serra falhou

Na Segunda Guerra Mundial, as fábricas americanas fabricavam blindados, armamentos e aviões quase cinco vezes mais rápido que as forças do Eixo. Isso aconteceu graças às inovações da indústria privada na área de produção em massa.

Uma área de inovação surgiu da necessidade de cortar e juntar peças de aviões de forma mais eficiente. Muitas fábricas que trabalhavam com aviões militares adotaram um novo método de soldagem que envolvia o uso de um gás inerte alimentado por meio de um arco elétrico. A descoberta inovadora foi que carregando o gás com uma corrente elétrica, formava-se uma barreira ao redor da solda protegendo-a da oxidação. Este novo método contribuiu para linhas mais limpas nas junções e para construções mais robustas.

Nos anos 60, os engenheiros fizeram uma nova descoberta. Descobriram que podiam elevar as temperaturas, acelerando o fluxo do gás e encolhendo o furo de liberação. O novo sistema podia chegar a temperaturas mais altas do que outros soldadores comerciais. Na verdade, com essas temperaturas altas, a ferramenta não atuava mais como um soldador. Em vez disso, ela funcionava como uma serra, cortando metais duros como uma faca quente cortando manteiga.

Esta introdução do arco de plasma revolucionou a velocidade, precisão e tipos de cortes que os fabricantes podiam fazer em todos os tipos de metais. Na próxima seção, examinaremos a ciência por trás desse sistema.


Foto cedida pela Torchmate CNC Sistemas de Corte
Como era o corte a plasma em 1980