Os restos fósseis de outros dinossauros também ofereceram provas quanto aos hábitos predatórios do T. rex. O paleontologista comercial Peter Larson, que liderou a escavação de Sue, também descobriu o esqueleto de um dinossauro herbívoro conhecido como edmontossauro (uma das diversas espécies de dinossauros dotados de bicos semelhantes aos dos patos) que mostrava cicatrizes de uma mordida de T. rex curada. O fato de que os ferimentos tenham sido curados, afirmou Larson, era indicação de que o animal continuou vivo depois de sofrê-los. Assim, a mordida deve ter sido dada por um predador e não por um carniceiro - mas por um predador que não conseguiu concluir o abate. Além disso, Larson apontou que os ossos de Sue e de outro espécime de tiranossauro do instituto Black Hills, conhecido como Steven, contêm cicatrizes curadas de mordidas de T. rex. As criaturas sobreviveram a ataques de outros membros da espécie. As constatações indicam que o rei tirano pode ter tomado animais de sua própria espécie como presa ou ao menos lutado contra outros tiranossauros por território ou parceiros de acasalamento.
Outra fonte de informação indireta útil sobre o T. rex são os coprólitos, ou fezes fossilizadas. O conteúdo de um coprólito oferece pistas sobre a dieta e o sistema digestivo do animal do qual vieram as fezes. Em 1998, a paleontologista Karen Chin, da United States Geological Survey, e seus colegas reportaram suas descobertas com base na análise de um coprólito de T. rex. Dentro do grande coprólito, os cientistas descobriram ossos esmagados de dinossauros herbívoros. Eles também notaram que os ossos estavam manchados e que as extremidades quebradas estavam arredondadas, provavelmente por ação de fortes ácidos no estômago do tiranossauro.