Apesar de possivelmente a clonagem levar tempo para ser completamente aceita, a clonagem terapêutica provavelmente será o primeiro passo nessa direção. A clonagem terapêutica é o processo pelo qual o DNA de uma pessoa é usado para gerar um clone embrionário. Contudo, ao invés de inserir o embrião em uma mãe-de-aluguel, suas células são usadas para gerar células-tronco. Essas células-tronco podem ser usadas como um kit de reparo humano. Elas podem gerar órgãos substitutos como corações, fígados e pele. Elas podem também ser usadas para gerar neurônios para curar aqueles que sofrem de Alzheimer, Parkinson ou síndrome de Rett.
Veja como a clonagem terapêutica funciona.
Outros vêem a clonagem como uma maneira de ajudar casais com problemas de infertilidade, mas que querem uma criança com atributos biológicos de pelo menos um dos pais. Zavos e Antinori dizem que ajudar esses casais é a meta da pesquisa. Zavos disse que há centenas de casais na fila para pagar aproximadamente US$ 50 mil pelo serviço. O grupo disse que o procedimento envolveria injetar células de um macho estéril em um óvulo, que poderia ser inserido no útero da fêmea. Sua criança pareceria com o pai.
Outro uso para a clonagem humana poderia ser trazer de volta à vida parentes que morreram. Imagine usar um pedaço do DNA da sua bisavó para criar um clone dela. De certo modo, você poderia ser pai da sua bisavó. Isso abre a porta para muitos problemas éticos, mas é uma porta que poderá logo ser aberta. Um casal americano está pagando US$ 500 mil para a Clonaid clonar sua filhinha que morreu, usando células preservadas de pele.