Esses cientistas podem estar atrás de glória em nome da ciência. Seja qual for a motivação, é provável que vejamos o primeiro bebê humano clonado aparecer nos telejornais da próxima década. Os cientistas têm mostrado que as técnicas atuais de clonagem funcionam em animais, mas raramente eles conseguem criar um embrião clonado que sobreviva até o nascimento.
Se a clonagem humana prosseguir, um método que os cientistas humanos poderão usar é a transferência do núcleo de células somáticas, o mesmo procedimento usado para criar a ovelha Dolly. A transferência do núcleo de uma célula somática começa quando os médicos pegam o óvulo de um doador e removem o núcleo, criando um óvulo anucleado. Uma célula, que contém DNA, é tirada da pessoa que está sendo clonada. O óvulo enucleado é fundido com a célula da pessoa a ser clonada usando eletricidade. Isso cria um embrião, que é implantado em uma mãe-de-aluguel através da fertilização in vitro. Se o procedimento for bem sucedido, a mãe-de-aluguel dará a luz, no final de um período de gestação normal, ao bebê clone. Obviamente, a taxa de sucesso é de apenas um ou dois em cada 100 embriões. Foram necessárias 277 tentativas para criar a Dolly. Veja o gráfico abaixo para ver como funciona o processo de clonagem com transferência do núcleo de uma célula somática.
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Alguns cientistas parecem achar que a clonagem humana é inevitável, mas por que iríamos querer clonar pessoas? Há muitas razões que podem fazer as pessoas recorrerem à clonagem. Vamos explorar algumas dessas razões.