O projetor e o combinador

O projetor


Foto: cortesia do Laboratório Tachi, Universidade de Tóquio
A imagem modificada produzida pelo computador deve ser reproduzida na capa, que funciona como uma tela de cinema. Um projetor desempenha esta tarefa ao soltar um feixe de luz por uma abertura controlada por um dispositivo chamado diafragma íris. O diafragma íris é feito de placas finas e opacas, e ao girar um anel mudamos o diâmetro da abertura central. Para a camuflagem ótica funcionar, a abertura deve ser do tamanho de um furo feito com um alfinete. Por quê? Isto assegura que uma profundidade de campo maior para que a tela (neste caso a capa) possa estar localizada a qualquer distância do projetor.

O combinador
O sistema requer um espelho especial tanto para refletir a imagem projetada em direção à capa como para deixar os raios de luz que bateram na capa voltarem para o olho do usuário. Esse espelho especial é chamado de divisor de feixe, ou combinador - um espelho semi-prateado que tanto reflete luz (a metade prateada) quanto transmite luz (a metade transparente). Se for posicionado em frente ao olho do usuário, o combinador permite que o usuário perceba tanto a imagem realçada pelo computador quanto a luz do ambiente à sua volta. Isto é fundamental, pois a imagem gerada por computador e a cena do mundo real devem estar plenamente integradas para a ilusão da invisibilidade parecer realista. O usuário tem que olhar através deste espelho para ver a realidade aumentada.