![]() Imagem cedida pelo U.S. Department of Defense O B-2 é um avião gigantesco, mas sua avançada capacidade de camuflagem invisível fazem-no parecer menor que um pardal no radar |
Para fazer isso, a aeronave deve ser praticamente invisível de diferentes maneiras. Ela precisa se confundir com o ambiente e ser muito silenciosa. Acima de tudo, ela precisa se esconder do radar inimigo, bem como de sensores infravermelhos. Ela também precisa ocultar sua própria energia eletromagnética.
O formato plano e estreito do B-2 e a sua coloração preta auxiliam-no a desaparecer na noite. Mesmo durante o dia, quando o B-2 se destaca em contraste com o céu azul, pode ser difícil saber em que direção o avião está indo. O B-2 emite um escapamento mínimo, de forma que não deixa uma trilha visível para trás.
Assim como acontece com a maioria dos aviões, o componente mais barulhento do B-2 é o motor. Porém, diferente de um jato comercial ou do B-52, os motores do B-2 são instalados dentro do avião. Isso ajuda a abafar o barulho. O desenho aerodinâmico eficiente também ajuda a manter o B-2 silencioso, pois seus motores podem operar em configurações de baixa potência.
![]() Imagem cedida pelo U.S. Department of Defense |
O motor também trabalha para minimizar a impressão de infravermelho do avião. Os sensores infravermelhos, incluindo aqueles em mísseis guiados por calor, geralmente buscam o escapamento de motores quentes. No B-2, todo escapamento passa por saídas de refrigeração antes de ser expelida pelos dutos traseiros. Posicionar os dutos de escapamento sobre o avião reduz ainda mais a impressão de infravermelho, já que os sensores inimigos provavelmente analisarão a parte de baixo do avião.