Embora seus principais predadores naturais sejam as harpias, as onças e as jibóias; a maior ameaça à sobrevivência dos bichos-preguiça são os humanos. As preguiças de três-dedos, mais dóceis que as demais, costumam ser procuradas como animais de estimação e são vendidas ilegalmente em feiras livres e na beira de estradas.
Além da captura direta para venda como animais de estimação a destruição progressiva e contínua de seu ambiente natural é outra ameaça para a conservação das preguiças. As florestas tropicais nas quais as preguiças vivem estão diminuindo dia-a-dia. A fragmentação das florestas deixa as preguiças muito vulneráveis.
Muitas vezes as preguiças têm que atravessar de um fragmento para outro em busca de comida e são atropeladas ao atravessarem rodovias ou então atacadas por cães domésticos já que a área residencial tende a avançar em direção as áreas de florestas.
Segundo a União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), uma espécie (Bradypus torquatus) está em perigo e outra (Bradypus pygmaeus) criticamente ameaçada.
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