A célula de combustível tem dois eletrodos de platina com um material poroso ácido-eletrolítico colocado entre eles. À medida que o ar exalado pelo suspeito flui de um lado para outro da célula de combustível, a platina oxida o álcool que houver no ar produzindo ácido acético, prótons e elétrons.
Se você tirar os hidrogênios do carbono direito do etanol, na presença de oxigênio, você obterá ácido acético, o componente principal do vinagre. A estrutura molecular do ácido acético tem essa aparência: || H3C - C - O - H onde C é carbono, H é hidrogênio, O é oxigênio, o hífen é uma ligação química simples entre os átomos e o símbolo || é uma ligação dupla entre os átomos. Esclarecendo, as ligações dos três átomos de hidrogênio com o átomo do carbono esquerdo não estão representadas. Quando o etanol é oxidado em ácido acético, são também produzidos dois prótons e dois elétrons. |
Os elétrons fluem através de um fio que vem do eletrodo de platina. O fio é conectado a um medidor de corrente elétrica e o eletrodo de platina do outro lado. Os prótons movem-se através da porção inferior da célula combustível e combinam-se com oxigênio e os elétrons do outro lado para formar água. Quanto mais o álcool se torna oxidado, maior a corrente elétrica. Um microprocessador mede a corrente elétrica e calcula a concentração de álcool no sangue.
Os operadores que fazem o teste em qualquer dispositivo precisam ser treinados no uso e calibragem do aparelho, especialmente se os resultados forem usados como provas no julgamento de motoristas flagrados dirigindo embriagados. Os policiais podem carregar bafômetros portáteis que usam o mesmo princípio dos aparelhos grandes. Contudo, como julgamentos podem aumentar a percepção de precisão de um teste de bafômetro, promotores confiam nos resultados obtidos com aparelhos completos.
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