por
Craig Freudenrich, Ph.D. - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Dentro de um acelerador de partículas
Todos os aceleradores de partículas, tanto lineares ou circulares, têm as seguintes partes básicas.
- fonte de partículas - fornece as partículas que serão aceleradas;
- tubo de cobre - o feixe de partículas viaja pelo vácuo dentro deste tubo;
- clístrons - geradores de microondas que fazem as ondas nas quais as partículas "andam";
- eletroímãs (convencionais, supercondutores) - mantêm as partículas confinadas em um feixe estreito enquanto viajam pelo vácuo e também se misturam ao raio quando necessário;
- alvos - com o que as partículas aceleradas colidem;
- detectores - aparelhos que olham para os fragmentos e para a radiação que foi lançada da colisão;
- sistemas de vácuo - removem o ar e a poeira do tubo do acelerador;
- sistemas de resfriamento - removem o calor gerado pelos ímãs;
- computador/sistemas eletrônicos - controlam a operação do acelerador e analisam os dados das experiências;
- blindagem - protege os operadores, técnicos e o público da radiação gerada pelas experiências;
- sistemas de monitoração - circuito fechado de televisão e detectores de radiação para ver o que acontece dentro do acelerador (com o propósito de segurança);
- sistemas de energia elétrica - fornece eletricidade para o aparelho inteiro;
- anéis de armazagem - armazenam os feixes de partículas, temporariamente, quando não estão em uso.
Nas próximas seções, vamos detalhar estas partes, dando enfoque a um acelerador linear como o do SLAC.
 Foto cedida SLAC
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