Dentro de um acelerador de partículas

Todos os aceleradores de partículas, tanto lineares ou circulares, têm as seguintes partes básicas.
  • fonte de partículas - fornece as partículas que serão aceleradas;
  • tubo de cobre - o feixe de partículas viaja pelo vácuo dentro deste tubo;
  • clístrons - geradores de microondas que fazem as ondas nas quais as partículas "andam";
  • eletroímãs (convencionais, supercondutores) - mantêm as partículas confinadas em um feixe estreito enquanto viajam pelo vácuo e também se misturam ao raio quando necessário;
  • alvos - com o que as partículas aceleradas colidem;
  • detectores - aparelhos que olham para os fragmentos e para a radiação que foi lançada da colisão;
  • sistemas de vácuo - removem o ar e a poeira do tubo do acelerador;
  • sistemas de resfriamento - removem o calor gerado pelos ímãs;
  • computador/sistemas eletrônicos - controlam a operação do acelerador e analisam os dados das experiências;
  • blindagem - protege os operadores, técnicos e o público da radiação gerada pelas experiências;
  • sistemas de monitoração - circuito fechado de televisão e detectores de radiação para ver o que acontece dentro do acelerador (com o propósito de segurança);
  • sistemas de energia elétrica - fornece eletricidade para o aparelho inteiro;
  • anéis de armazagem - armazenam os feixes de partículas, temporariamente, quando não estão em uso.
Nas próximas seções, vamos detalhar estas partes, dando enfoque a um acelerador linear como o do SLAC.


Foto cedida SLAC